Educação antirracista no agreste: encontros de novembro em Santa Cruz do Capibaribe e Taquaritinga do Norte

O mês de novembro de 2025 ficou marcado para nós como um primeiro momento de encontro com o ativismo antirracista aqui no agreste. Em Santa Cruz do Capibaribe no espaço coletivo do novo ponto de Cultura no centro da cidade, a GaleRio: com a roda de conversa sobre Educação Antirracista e valorização da cultura afro-brasileira e indígena, proposta para professores, educadores e pessoas diversas. 

Já em Taquaritinga do Norte, o mesmo conteúdo havia sido levado para encontro de professores e professoras em formação da rede municipal de ensino. 

Foto capturada pela Professora Fabely Brito com aparelho celular

Mas primeiro, deixe eu traçar como esses momentos foram organizados e mobilizados. Em 31 de outubro recebi o convite do Professor Manoel Neto, um biólogo do distrito de Pão de Açúcar, que foi meu aluno no primário. Hoje formado, é um dos coordenadores de educação básica do Município de Taquaritinga do Norte em Pernambuco.

Slide construído com o professor Manoel Neto e a professora Fabely Brito

Na ocasião de se aproximar o mês de novembro e em busca de uma voz com representatividade, e mais ainda com lugar de fala… ele me contacta para que eu a princípio, apresentasse aos professores em formação de aulas atividade, o conteúdo “Educação antirracista e valorização da cultura afro-brasileira e indígena” coteúdo este associado com a PNEERQ (Política Nacional de Equidade – Educação para as relacoes etnico-raciais e Educacao Escolar Quilombola).

Foto capturada pela Professora Fabely Brito com aparelho celular

Entre nossas conversas de alinhamentos durante o dia, fomos repensando como montar o encontro e eu também terminei por acrescentar alguns novos pontos dentro do material, e para além do conteúdo base de abordagem da PNEERQ eu incluir visões mais práticas de sala de aula, já que este era o motivo de minha presença: tangibilizar o conteúdo, dar forma. O que muito me agradou do ponto de vista de cuidado com o tema, já que Manoel Neto e também a professora de história Fabely Brito (que organizaram o encontro) são pessoas brancas. 

No dia seguinte, fui com Manoel Neto e vivenciamos o encontro com professores e professoras de Taquaritinga do Norte do anos finais do ensino fundamental, envolvendo diferentes disciplinas: inglês, matemática, língua portuguesa, geografia, biologia, história. Um encontro que mobilizou bem o critério da interdisciplinaridade. Aqui abaixo algumas imagens de como foi. 

Foto capturada pela Professora Fabely Brito com aparelho celular

Um prólogo das reflexões pessoais e
o retorno à sala de sula e com a educação antirracista

Ainda não escrevi sobre isso aqui no meu blog, mas eu tenho pensado fortemente em voltar para a sala de aula, entre muitos atravessamentos da profissão de publicitário, esse encontro foi um marco simbólico para mim, pois também neste semestre voltei a sala de aula como estudante do curso de Artes Visuais da UFRPE. Depois desse momento eu escrevi assim no Instagram: 

Foto capturada pela Professora Fabely Brito com aparelho celular

FECHA PARÊNTESES COM GILBERTO GIL NO MEU PALCO

“Tô falando sobre empoderamento que pessoas que não conhecem começam a conhecer. Pessoas que não se aceitam começam a se aceitar. Pessoas que não se amam começam a se amar. Tudo isso através das minhas músicas e através do meu show.” Gilberto Gil em texto para CNN Brasil

Foram muitas trocas e partilhas proveitosas entre os/as professores de Taquaritinga do Norte. Neste momento meu principal interesse foi de criar um ambiente seguro onde as falas pudessem ser colocadas no tabuleiro sem pré-julgamentos ou medos. Pois criar condições para (até mesmo) o contraditório é parte de uma mediação que me interessa. É nas brechas, nas falésias do que nos falta saber que temos espaço para construir novos entendimentos. 

Foto capturada pelo Professor Manoel Neto com aparelho celular

Afinal é um tema sensível para qualquer docente. De pele branca ou negra ou pessoa indígena e quilombola. São varios os fatores senssíveis:

  • Seja por ignorar o assunto com desdém.
  • Seja por sobrepor o sentimento e seguir em frente escondendo nossas próprias dores.
  • Ou também por querer se aliar a prática antirracista mas, não ter embasamentos que ferramentem criticamente uma prática a ser vivida.  
Foto capturada pelo Professor Manoel Neto com aparelho celular

É por isso que eu entendo também que antes da prática escolar, o racismo precisa ser visto na razão de como ele também atravessa as vidas particulares das pessoas que conduzem a sala de aula. Nessa esfera, propus esse ambiente seguro por que para mim, tendo a pessoa docente também como participante da cena educativa, me interessa observar como a temática alcança o raciocínio crítico desse saber a partir mesmo de vivências próprias. 

Após o encontro eu avalio que existem mesmo muitas brechas ainda sobre o tema. Como professores e professoras lidam pessoalmente com o assunto, como a escola em contexto disciplinar, estético, pedagógico e estrutural está disposta a rever seus limites coloniais e partir para conhecer ela mesma a imaginação fabulada/fabulosa de um futuro mais autêntico, diverso e ensimesmado, portanto: decolonial.

Por isso também propus que víssemos a rotina do dia dia, a postura de professora/professor que ler e aprende sobre o tema para adquirir um conhecimento que mobilize seu saber crítico

Slide construído com o professor Manoel Neto e a professora Fabely Brito

Os casos vividos em sala de aula trazidos como exemplos, e falados na conversa são importantíssimos e são rico material que nos ajuda a pensar essa prática profissional para além do medo de enfrentar a questão. Vou trazer dois exemplos falados na roda: 

EXEMPLO 1 – A MODINHA DO HUMOR IRÔNICO

O humor irônico e o racismo implícito em sala de aula

Olha que fala interessante para pensarmos no que pode ser abordado a respeito de racismo em sala de aula. Primeiro observar que um comportamento por ser “HUMOR”, ou “modinha” não deslegitima uma violência implícita.

Ora, o que é implícito também é algo que existe, algo que T A L V E Z faça parecer menos tangível pelo uso da linguagem irônica (ela manobra/maquia de humor o sentido), isso também T A L V E Z faça parecer (só dentro da cabeça do adulto): quem rir de si mesmo, é um sinal de quem tem superada uma dor? 

Além disso vale lembrar que na correria de aulas de 40 minutos, com um monte de cobranças burocráticas/bancárias/empresariais/coloniais dentro da escola, há uma pergunta: como conseguir lidar com a modinha dos meninos de falarem: 

Sendo assim, a gente precisa concordar que somente dizer para estudantes “o que pode e o que não pode ser dito“, por ser ou não racista, não constrói em si um conhecimento a respeito dos sentidos explícitos ou implícitos de algo.

Tanto é que no cansaço da rotina, nós vamos avançando os conteúdos (tudo que pode e que não pode, que deve e que não deve), dando check em planejamentos e seguimos esperando que uma nova modinha ocupe a cabecinha dos e das adolescentes no mês seguinte, substituindo a anterior. Às vezes, será que a gente faz isso com as modinhas da internet, do mesmo jeito com que fazemos com os benditos conteúdos*? (vige que perguntinha fela da gaita). Ao escrever me dei conta disso, preciso pensar nisso.

PRONTIDÃO COMO DESDOBRAMENTO PRÁTICO

Então há aqui uma gigante oportunidade de abordar a questão antirracista no ato. Quando ela mesma surge na fala, na rotina, na fila do lanche. Há um ditado afrianco que diz: “Não durma quando a chuva estiver na nuvem.” Uma melhor docência pode se estabelecer no ato de observar as turmas e acionar o senso crítico para a prática. Requer-se criticidade de quem educa, tanto quanto se exige de estudantes. 

Se a demanda surgiu, acolha. Devolva para a turma o que você tem visto. Estimule o conhecimento a partir de tal condição. E agora lembrando, esse exemplo surgiu numa das salas de aula antes do mês de novembro. Logo a educação antirracista é todo dia SIM. 

EXEMPLO 2 – RESILIÊNCIA INDIVIDUAL NÃO JUSTIFICA

O segundo exemplo veio de uma professora que compartilhou com o grupo, como ela própria lidou com o racismo e como se refez dele agora que adulta. É um exemplo muito potente e até mesmo motivacional. Mas todos e todas nós, pessoas racializadas, sabemos a longa caminhada que é recuperar esse lugar de estima de si mesmos/mesmas. 

Elaborar o racismo depois de adultos é algo doloroso, mas ainda possível de ser feito e superado. A vida segue mesmo. Ela não para e a gente precisa dar conta desse sofrimento que carregamos enquanto vamos vivendo para sobreviver aos boletos que insistem em chegar. Essa dimensão individual do racismo, também conta para ser posta no tabuleiro da sala de aula. O jogo interno (psicológico) que cada pessoa passa deve ser também validado pela prática educativa. Afinal é sobre como nos relacionamos com o mundo e com outros e outras além de nós. 

Para mim o ponto que me chama atenção nesta fala, e que eu atentei para também colocar na roda de conversa é que: no tabuleiro, o jogo é diferente para quem ainda não é adulto. As crianças pequeninas ou já crescidas não tem muitos dos recursos da resiliência que nós adultos a duras penas desenvolvemos. A individualização do racismo é uma arapuca nesse sentido.

E eu ainda proponho pensar que eu não teria escolhido desenvolver minha resiliência a partir das vivências racistas que sofri. Me tornei resiliente sim, em muitas medidas, mas todas elas, se mexer, ainda doem de mais. Mesmo eu sendo hoje um adulto negro que faz terapia. 

Por tanto é importante sim colocar no tabuleiro como nós adultos conseguimos lidar com tudo isso ao longo da vida, porque o espaço seguro de escuta que eu expliquei propor no começo do texto era para isso mesmo. Mas isto não pode determinar numa prática escolar em que as crianças todas já devam ser resilientes para tal, ou ainda que se espere que a partir de estarem expostas ao racismo (sem ser tratado com acolhimento) as coloque num jogo que irá desenvolver resiliência e autoestima. 

Mas refuto a mim mesmo e digo que este sentido ampliado que eu coloco aqui no texto, não foi o sentido do que falou a professora na roda de conversa. Apenas essa fala dela me fez refletir o quanto alguns discursos de superação individual do racismo podem também trazer uma condição generalista entre adultos e crianças, e muitas vezes uma visão pessoal das coisas, do racismo no caso, pode também justificar uma prática que amenize nos outros como se sente o racismo, uma vez que pessoalmente tal pessoa superou algo, como quem diz: “Se eu superei, as crianças também superarão

Talvez até esse lugar de fala, e esta fala a respeito de resiliências pessoais, traga para nós, pessoas negras, uma fábula de que reagimos superando individualmente, que nos fortalecemos com o tempo. Noto no sentido das palavras, que “individualmente” é convenientemente uma demanda neoliberal, que afasta o termo coletivo de ser posto em voga. Ora, SE uma criança supera individualmente o racismo, isso nos permite deixar de lado as crianças que praticam o racismo?, é muito racista pois, individualizar a questão.  

Quer dizer, as crianças nunca irão se observar ou ver o racismo aprendido socialmente/parentalmente se pela figura da professora a reflexão sobre a prática racista com a colega de classe nunca acontecer? Ué! Percebe as brechas deixadas? Os discursos são muito poderosos e criadores de sentidos e de realidades práticas, implícitas e explícitas. É da capacidade crítica de quem educa, ter sapiência para observar, se dar conta e agir. “A boca do sábio é a sua espada.” – ditado africano. 

A escola está também e muito mais para a coletividade, é no grupo, em roda, com os demais, com todos e todas que a educação escolar se dá. Óbvio que as esferas individuais também estão postas no tabuleiro escolar, sim, mas será mesmo que usar essa manobra de individualizar a lida com o racismo é em si, é uma prática transformadora do ambiente educativo? Suspeito ser uma estratégia preguiçosa (explico mais adiante). 

LIDA PREGUIÇOSA*

A comodidade do racismo estrutural

É possível (?) inferir que talvez muitas professoras e muitos professores só tem essa experiência pessoal como molde de visão de mundo que a/o faça entender como o racismo foi para eles/elas. Mas esse molde não pode determinar uma prática, porque aí incorre-se em repetir os erros e dores que a criança que ela/ele mesma foi um dia, também passou.

As crianças que nós fomos, teve muitas vezes que lidar sozinha com o racismo elaborando e devolvendo ao mundo um monte de questões complexas, nós crescemos com adultos também violentados pelo racismo e que deixaram passar o racismo, por muitos motivos (não saber lidar com esse algo desconhecido como o conhecemos hoje, por exemplo). Não é o que queremos para as nossas crianças hoje. Nós temos o dever da proteção. 

Outra reflexão que propus estar na mira da prática pedagógica para uma educação antirracista observou junto com o grupo esse fator da preguiça ao lidar com tema:

Me parece conveniente para o racismo e também favorecedor dele, que ele entre e saia da pauta escolar uma vez ao ano. Notemos o quanto fabular esse produto/futuro/presente antirracista nos coloca num lugar bem melhor que os dias atuais (que nem sabemos dar forma ainda), mas mesmo assim já negamos essa utopia pela própria estrutura racista, sonhar esse outro tempo ou lugar possível conta com tantas dificuldades e portões que a preguiça se torna conveniente como contexto. É a cerejinha do bolo. Item indispensável na receita. 

O movimento que mais deve nos interessar como professores e professoras antirracistas é mesmo exigir coisas impossíveis. A gente vive uma vida inteira se escandalizando e se perguntando como tanta coisa absurda é possível, mas a gente dedica pouco vigor ao impossível, na palavra, na arte, na sala de aula.

Essa tal preguiça no enfrentamento do racismo implica, ela própria, uma estratégia dominadora do nosso tempo decorrido entre uma aula e outra de 45 minutos, e de também dominar o nosso interesse em priorizar o que mais importa aos grupos de estudantes com os quais lidamos todos os dias de acordo tão somente com os conteúdos envolvendo mitocôndrias, o algoritmo matemático ou uma lista de cientistas negros para serem decorados para as provas finais pós novembro. 

Ela, a preguiça, estabelece por si só a condição morosa com que abordamos o tema. Ela, essa preguiça, nos remove a coragem com a prática antirracista no dia a dia, e nos diz que esperemos novembro chegar. Nessa data iremos enfeitar a sala de aula com cartazes do Machado de Assis, quando fizermos a inovação gigante do chá revelação da cor do escritor brasileiro para a turma. (clap clap clap – rindo de nervoso – contém ironia forte). 

Se a educação antirracista for baseada na aplicação de um conteúdo com data marcada para acontecer, ela será insuficiente, ela vai se igualar a modinha de internet, cumprir com a ondinha das redes sociais digitais, ser fotografada para o Instagram da escola ou da prefeitura em novembro e vai morrer com a novidade museológica do Papai Noel homem branco europeu bonzinho que vende Coca Cola nos caminhões decorados em dezembro. 

No relatório, a efetividade de uma performance alegórica que não entrega resultado (falando mercadologicamente) efetivo algum. Check. Parece que em algum momento as redes sociais dominaram o sentido de sermos e fazermos educação até dentro das salas de aula. Ou seja… todo mundo sai feliz, o ano termina com todas as burocracias marcadas com um charmoso CHECK, e ano que vem a gente lida com as próximas modinhas, mas o racismo virá de novo, com nova roupagem porque ele também evolui. 

Buscando ser pragmático como bom capricorniano de ascendente, veja… fazer tudo isso: o cartaz, a foto para a coordenadora, (a black face, eu juro que já vi isso em escolas particulares inclusive) a visita do prefeito na escola para falar de racismo (com foco nos 55% da população de votantes) e mais um monte de firulas dão o mesmo trabalho se comparada com uma prática de se fazer a educação antirracista durante todo o ano na escola.

E vou me emendar e me contradizer desdizendo a mim mesmo, com o argumento de que seria bem mais fácil fazer a educação antirracista durante todo o ano na escola, desvelado desse medo do tema racismo, e dessa preguiça bancária que automatiza o fazer crítico de nossos professores e nossas professoras. Uma boa pesquisa sobre o tema; tem um monte de gente inclusive na internet falando sobre isso. Algumas boas leituras (vou indicar abaixo) e um olhar acurado (feito com cuidado, com apuro; esmerado, aprimorado) atento, que traz mais segurança profissional à medida que a figura docente também caminha em si mesma e trilha seu saber no assunto.  

Tecnologias que se deem pela relação humana

Uma educação antirracista não propõe submissão a lógica vigente, ao cronograma. Não. Ela está além do cronograma e do regramento de calendário. Por que no cronograma e na regra, na lei ela já está. Nós cumprimos? Requer outras tecnologias que se deem pela relação humana e não pelo conteúdo tão somente. Eu busquei o sinônimo de preguiça no parágrafo acima e agora vou recorrer ao antônimo: a educação antirracista requer CORAGEM. Vigor coletivo. 

Fotografia feita com o aparelho celular do Professor Manoel Neto

Antirracismo na GaléRIO Santa Cruz do Capibaribe

A proposta seguiu o mesmo convite, mas ela se ampliou na demanda de uma cidade que por muito tempo nunca vivenciou tais discussões abertamente. Óbvio que o racismo possivelmente está sendo tratado nas salas de aula, em ambientes de organizações diversas.

Slide adaptado para a roda de conversa na GaléRio – Rodolfo

Mas esta roda de conversa se tornou para quem presenciou a mesma um marco interesse de encontro para o tema, fora dos muros institucionais. A conversa nesse segundo momento ampliou muito mais a escuta de muitas vozes e falas do que se focou na prática educativa, diferente do encontro em Taquaritinga do Norte. 

Slide adaptado para a roda de conversa na GaléRio – Rodolfo

O sentimento bom de debate moveu nosso interesse em dizermos o que sabemos sobre o assunto, como ele nos atravessa e as vivências dentro desse território agreste/Santa Cruz do Capibaribe. Já sabíamos, mas reforçamos agora o quanto é importante o encontro. Ainda mais agora que temos a GaléRio como suporte para nos receber. 

Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio

Essa roda de conversa é uma realização boa. Venho pincelando esta possibilidade com uma amiga cabeleireira, Manu Risoflora. Ano passado lamentamos o silêncio desta cidade com as questões raciais, fabulamos este encontro e agora ele aconteceu. É motivo de potente felicidade. 

Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio
Foto Davis Jofre – GaléRio

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NOTA: *Um termo que uso e concordo ser ele muito arbitrário e chulo: PREGUIÇA. Colocar esse termo no contexto da nossa profissão pode ser ofensivo, dada a cena contrária do tanto de coisas com que a docência lida e tanto que trabalhamos. Mas nele, por mais inadequado que soe, é que mesmo os sinônimos (Moleza, Indolência, Ociosidade, Lentidão, Vadiagem, Desânimo, Frouxidão, Inação, Remissão) não dizem isso que quero encontrar no raciocínio da proposição.

Rodolfo

Imagem da capa deste post foi feita pelo Professor/Coordenador Manoel Neto – celular.

Sobre Rodolfo Alves

Sou publicitário que vivo criando conteúdos e ideias, fuçando novidades. Amo a comunicação e estou interessado pela moda no mundo: seja ela nas passarelas de grifes famosas ou nas feiras populares do Brasil.

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